Epopeia de Gilgamesh- c. 2700 aC

Utnapishtim- Atra-Hasis (“muitíssimo sábio” )
Epopeia – cópia 1600 aC

Urshanabi/Caronte- consciência da morte é despertada pela morte do seu alter-ego
Necessidade de sobreviver ao duplo- ao mais íntimo
Epicuro- perante a morte todos vivemos numa cidade sem muralhas


Pastor- peixe-deus e rei-padre em devoção sagrada. C 3000 aC Mesopotamia (sêlo de Uruk).

Gilgamesh and Enkidu battle Humbaba.

O abismo que se abre
1- A opressão de Erech sobre Gilgamesh;
2- A sedução de Enkidu;
3- A morte do monstro  Khumbaba;
4- O galanteio de Ishtar;
5- O combate com o touro sagrado;
6- A morte de Eabani;
7- A viagem de Gilgamesh até à Montanha do Pôr do Sol ;
8- As suas deambulações na região da densa escuridão;
9- A travessia das águas da morte;
10- A história do dilúvio;
11- A planta da vida;
12- O regresso do espírito de Enkidu

Aos trinta anos apartou-se Zaratustra da sua pátria e do lago da sua pátria, e foi-se até a montanha. Durante dez anos gozou por lá do seu espírito e da sua saudade sem se cansar. Variaram, porém, os seus sentimentos, e uma manhã, erguendo-se com a aurora, pôs-se em frente do sol e falou-lhe deste modo:“Grande astro! Que seria da tua felicidade se te faltassem aqueles a quem iluminas? Faz dez anos que te abeiras da minha caverna, e, sem mim, sem a minha águia e a minha serpente, haver-te-ias cansado da tua luz e deste caminho. Nós, porém, esperávamos-te todas as manhãs, tomávamos-te o supérfluo e bendizíamos-te.Pois bem: já estou tão enfastiado da minha sabedoria, como a abelha que acumulasse demasiado mel. Necessito mãos que se estendam para mim. Quisera dar e repartir até que os sábios tornassem a gozar da sua loucura e os pobres da sua riqueza.Por isso devo descer às profundidades, como tu pela noite, astro exuberante de riqueza quando transpões o mar para levar a tua luz ao mundo inferior.Eu devo descer, como tu, segundo dizem os homens a quem me quero dirigir. Abençoa-me, pois, olho afável, que podes ver sem inveja até uma felicidade demasiado grande!Abençoa a taça que quer transbordar, para que dela manem as douradas águas, levando a todos os lábios o reflexo da tua alegria!Olha! Esta taça quer de novo esvaziar-se, e Zaratustra quer tornar a ser homem”.Assim principiou o caso de Zaratustra.

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