quando a natureza exorbita

A expansão dos limites da humanidade-transformar o corpo, sonhar a cidade, mudar o mundo Na arte, como nas mais diversas manifestações culturais, existem lugares destacados eoficiosos e terrenos vagos que os circundam. Assemelhando-se a depósitos de questõesmarginais pouco dignificadas são, no entanto, espaços priviligiados para toda uma série de experimentalismos que manifestam desencontros estéticos e […]

desvios da escrita fantasias da imagem

[Ilustração e Banda Desenhada] Maio – 24, 31, Junho, 7 Nestas três sessões serão abordadas relações entre texto, escrita e imagem em produções um tanto à margem na História da Arte. Seguir-se-ão as pistas de momentos de convivência satírica entre figuração decorativa e sentido textual, iniciadas nos manuscritos medievais, às trocas entre suportes e mútua […]

Vanitas da natureza

Do iluminador holandês Joris Hoefnagel (1542-1601) que viveu na corte de Rudolfo II. Estes catálogos de insectos e plantas, acompanhados de motos latinos, também glosavam a melancolia das Vanitas A rosa mal nasce já está ameaçada pela morte. A lagarta enrola-se à volta como uma serpente, outras alternam com borboletas. O ciclo da vida mostra […]

os embaixadores de Holbein

Hans Holbein, Os Embaixadores, 1533 Momento da Reforma. “Crise” na arte. Tardogótico em confronto com o Renascimento. Choque entre estilos. Assimilação própria do humanismo no Norte da Europa. Holbein, no seguimento de Durer, Grunwalt ou Lucas Cranach, faz a ponte com o maneirismo Hans Holbein o Jovem (1497-1543) nasce em Augsburgo, filho de pintor. Vai […]

anamorfoses

A palavra anamorfose tem origem no século XVII, utilizando-se para referir as composições artísticas com formas reversíveis que eram conhecidas desde o final da Idade Média. As anamorfoses cunjugavam a curiosidade técnica com a poética da abstracção e o mecanismo da ilusão de óptica. Estas imagens decompostas por articulações dos raios visuais expandem-se desde o […]

hieróglifos de Dürer

  1-Ilustração de Horapollo, c.1514 – um cão com uma estola- para representar o excelso príncipe. No Egipto os cães quando entravam nos templos fitavam as imagens dos deuses – dois homens sentados num banco- Quando querem representar um santuário eles desenham um guarda, porque por meio dele o tempo é guardado – o horocopista- […]